Conte sua História

Todos temos algo para contar, uma mensagem para passar. Por vezes nem nos apercebemos. No entanto, quando escrevemos, conseguimos enxergar o quão fortes e bravos fomos por conseguir enfrentar tal situação.

Um câncer, um diagnóstico de ELA, um assalto, um divórcio, a perda de um ente mais que querido, um erro médico,….são tantas as “pedras” que podem aparecer no nosso caminho! E que lições tiramos delas? O que podemos passar aos outros? Às vezes nem pensamos mas quando contamos a nossa história, existe sempre alguém a quem estamos ajudando. Partilharmos experiências ajudam o próximo e….ajudam… a nós próprios! Uma terapia gratuita e eficaz que beneficia a sociedade.

Experimente contar a sua história e veja o resultado. Mande um e-mail para vania@minhavidacomigo.com com seu nome, idade, estado civil, cidade e País, que eu vou ler com carinho. Responderei com mais questões, se achar necessário e depois, publico aqui, no Blog e nas redes sociais. :)

Beijo no coração.

Conheça as “Histórias que Inspiram” já publicadas AQUI.

 

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Historias que inspiram

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47 Comentários to “Conte sua História

  1. Taciana Rodrigues
    12 de maio de 2016 às 23:22

    Sou paciente oncológica desde de 2008, o início de tudo foi com um câncer de intestino, com 4 cirurgias pôs retirada do tumor, de 2011 e 2012 foram 2 metástases no fígado. Em 2015 fiquei grávida e minha bebê está com 4 meses, junto com gravidez descobriram 5 nódulos no fígado, fiz 4 sessões de quimioterapia e agora vou fazer cirurgia. Não posso negar, que é uma doença assustadora, mas tenho disposição em enfrentar os espinhos e fazer deles uma oportunidade de crescimento

  2. Paula
    28 de abril de 2016 às 10:13

    Ahhh e tenho 33 anos.

  3. Paula
    28 de abril de 2016 às 10:11

    Oi, Vânia! Também fui diagnosticada com CA de mama. Em julho de 2014, na minha primeira gestação senti o nódulo ao tomar banho. Comentei com minha obstetra e ela disse trata-se de um fibroadenoma. Quase um ano depois, descobri que estava grávida novamente e tive que parar de amamentar. Porém, continuava a sentir o nódulo. Fiz uma ultrassonografia e tinha todas as características benignas. Ao final da minha segunda gestação, em janeiro de 2016, foi feita a biopsia. Fiz a retirada do tumor juntamente com a césarea. A biologia do meu tumor também é um triplo negativo. Estou aguardando o resultado do teste genético para começar a radioterapia.

  4. SORAYA
    14 de abril de 2016 às 16:40

    Vania, passei para partilhar coisas positivas.
    Em maio de 2015 fui diagnosticada com um cancer de mama.
    Postei meu depoimento e nada como retornar com uma energia renovada e com pensamento positivos para que acaba de ter um diagnostico nao muito bacana.
    Pois sim sobrevivi e estou muito bem.
    Cirurgia, quimioterapia(Vermelhas e brancas), radioterapia, enfim o pacote completo.
    Perda de cabelos, pavor com o resultado dos exames(plaquetas baixas) ate retornei para casa algumas vezes sem ter medicacao, pois tava bem fraquinha.
    Deus no comando tudo deu certo.
    Hoje faco um acompanhamento a cada 21 dias com a medicacao (herception), meu tipo de cancer necessita deste complemento.
    Minha vida ja ta normal.
    Mudei em muito. Hoje cuido mais de mim.
    Minha alimentacao esta muito mais saudavel.
    Pratico atividade fisica regularmente.
    Pois sim ainda postarei mais comentarios para que possa ajudar a outros assim como fui ajudada por voces tambem.
    Obrigada Vania, obrigada guerreiros(as) que me mostratraram que o cancer pode ser vencido.

    • 15 de abril de 2016 às 11:18

      Olá querida Soraya,
      leio o seu comentário de sorriso rasgado no rosto. Obrigada por compartilhar comigo e com todos os leitores do Minha Vida Comigo.
      Os meus desejos são que assim continue, cheia de saúde e cheia de vontade de viver a vida no seu melhor.
      Um grande beijinho

  5. 12 de outubro de 2015 às 23:04

    Me chamo Sandra Gonçalves, tenho 44 anos, sou professora, mãe de 3 lindas moças. E estou em tratamento de câncer.
    Descobri um carocinho no meu seio direito em 2010. Fui a três médicos diferentes. O primeiro, me garantiu ser um cisto, provavelmente de leite ‘empedrado’ e disse que eu não tinha com o que me preocupar. Foi tão convincente e firme que achei bobeira fazer os exames que mandou fazer. Imagina, um médico experiente só podia ter razão!!! Só que o tal cisto continuou a crescer. Então procurei outra médica que me disse que eu estava procurando doença. O nódulo cresceu a ponto de começar a deformar meu seio. Procurei uma terceira médica que, depois de me examinar, disse ser coisa da minha cabeça. A esta altura eu já estava com a mamografia agendada. Fiz e em 31 de outubro de 2013 fui buscar o resultado. Abri o exame lá em Mogi mesmo. “Achados mamográficos altamente suspeitos!!!” Nem sei como cheguei em Suzano. Entrei no posto de saúde em meio às lágrimas e me encaminharam para a enfermeira chefe, que me acalmou e pediu que eu voltasse na semana seguinte para passar no médico, pois ela ia me encaixar. Voltei e era o último dia do médico no posto e ele não podia me atender, mas olhou os exames e com muita responsabilidade me encaminhou para ser atendida no Hospital Pérola Byington. Em 10 de novembro já passei pela equipe de triagem do Care onde fui encaminhada para ultrassonografia, biópsia, avaliação com o anestesista e exames pré operatórios; pois o médico que direcionou a biópsia disse que independente do resultado eu seria submetida a cirurgia para retirada do nódulo, por conta de haver histórico de câncer na família. Em 6 de fevereiro fui submetida a uma quadrantectomia com retirada do bico, mamilo e esvaziamento da axila direita. Em junho, depois de uma bateria de exames, fui encaminhada para a quimioterapia (4 sessões vermelhas e 4 brancas) e para radioterapia (25 sessões) No momento estou em contagem regressiva para a última sessão de quimio branca, que acontece dia 8. Bem… perdi meus cabelos, que eram imensos, lindos e brilhantes na primeira sessão de quimio vermelha. Tive muitos dos efeitos colaterais. Mas estou aqui, a um passo do final desta parte do tratamento. Depois de tudo, ainda tenho que passar por cirurgias reparadoras, mas não penso muito no que esta por vir. Aliás, não pensei em nenhum momento do tratamento… Só me deixei levar… sem nada questionar… foi a maneira que encontrei para lidar com esta situação, não pensar demais.
    Sou um ser humano diferente hoje… Vi e vejo muita coisa… algumas piores que a minha situação. Deixei de dar importância para o que falam, para o que pensam… Passei a viver de verdade!!!!

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